O maior erro da nossa geração é amar com os olhos, não com o coração.
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“Ninguém ajudou, eu me virei sozinho. E isso me endureceu um pouco mais.”
— Caio Fernando Abreu.
Meu problema é que eu gosto de beber,
me ajuda a esquecer, nem que seja por alguns minutos.
me ajuda a ser inteiro, mesmo que seja até deitar a cabeça no travesseiro.
me ajuda a ser alguém que luto todos os dias para tentar ser porém somente sou, quando bebo e finjo que me divirto porém estou tão infeliz que não entendo o porquê estou aqui.
— Os Devaneios de Adam Joseph-Fritz.
“Amar é mandar, achar que manda, obedecer, fingir que obedece. Amar é perguntar “tá dormindo?”, é descer do ônibus com o outro à espera, é cantar “she loves you yeah yeah yeah”, é morder queixo, orelha, cotovelo, panturrilha, lábio. Amar é comer uma coisa diferente e lembrar o outro, é ficar de mal, é arrumar tempo pra pensar no outro na correria do dia.”
— Gabito Nunes.
“Você sabe que vai ser sempre assim. Que essa queda não é a última.”
— Caio Fernando Abreu.
“Ela é feito lua, ora cheia, ora minguante, às vezes crescente mas sempre nova. Cheia de fases e roupagens diferentes, pode ser que desapareça mas sempre surge novamente. É sonho da noite, é luz na escuridão, transitória e flexível mas sempre cheia de reflexão.”
— Artesias
“Eu ainda sinto medo. Medo de não ser suficiente. Medo de me machucar. Medo de estar indo rápido demais. Eu gosto dele. Gosto de como ele me trata, me faz rir, me toca, me beija. Eu gosto disso. De como ele me chama de amor, e de como me mima quando faço manha. Mas será que tudo isso é recíproco? Não quero ver sinais onde não tem. Não quero repetir o mesmo erro. Me apegar demais e perceber que era apenas um “lance”. Ele quer ir com calma, mas eu não sei ser calma. Ele acha que pode dar certo, e eu acho que já tá dando. Mas questão toda é: será que minha intensidade não vai assusta-lo?”
— replanetando meu amor.
